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Técnico orizícola do 8º Nate fala sobre o cultivo do arroz na região

Área cultivada em Santo Antônio reduz 25% em relação a 2017, diz o técnico

08 de novembro de 2018 às 15:41
Técnico orizícola do 8º Nate fala sobre o cultivo do arroz na região
(Foto: Divulgação | 8º NATE)
O técnico orizícola e chefe do 8º Núcleo de Assistência Técnica e Extensão Rural (Nate) do Instituto Rio Grandense do Arroz, Roger Portela, fala sobre andamento do cultivo da cultura de arroz na região. Este é o período de semeadura e algumas áreas estão em tratos culturais, como por exemplo, herbicida pós emergência, aplicação de adubação de cobertura e entrada de água.
 
Questionado sobre a área de cultivo de arroz, Roger informou que a semeadura ainda não foi concluída e que existem fatores climáticos que podem alterar a área, mas a estimativa é de que serão semeadas 43.040 hectares, distribuídas nos cinco municípios do Nate.
 
A expectativa para que a área a ser cultivada seja semeada é até 15 de novembro, mas poderá haver alterações nas datas, considerando os baixos níveis pluviométricos, principalmente, na região de São Borja e Itacurubi, e consequentemente, com os reservatórios hídricos abaixo do nível ideal pode interferir na área semeada causando mais redução, além da já estimada. Roger ponderou também que este fator prejudica no sentido que, com falta de umidade muitos produtores reduziram ou até pararam a semeadura evitando transtornos na colheita.
 
Sobre a estimativa de área a ser cultivada, o técnico explica que é um levantamento de campo feito via ligação a 150 produtores de arroz. Neste contato, é perguntado a área estimada de semeadura para a safra que se inicia, porém este levantamento foi feito em julho e agosto e as vezes varia por diferentes motivos quando inicia a safra.
 
Com relação ao ano passado, Roger informou que houve uma considerável redução de área, sendo que a nível do Nate é de 9,3% e em Santo Antônio das Missões a redução é maior, com percentual 25%. Ele relaciona esta redução com o alto custo para produzir e com o avanço de tecnologias para cultivo de soja em várzeas e também devido a rentabilidade da cultura da soja ser melhor.
 
Roger ainda repassou um gráfico que mostra a evolução da semeadura nos municípios do 8°NATE e também um comparativo com a safra anterior no mesmo período. 
 

Por Jéssica Ourique

Fonte: Grupo Fronteira Missões