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Coluna Gestão, Negócios e Cia aborda nesta semana sobre Economia criativa
11 de maio de 2019 às 09:13
Coluna Gestão, Negócios e Cia aborda nesta semana sobre Economia criativa
(Foto: Reprodução | Facebook)

POR MARCELO BLUME

 
Há quem pense que criatividade é um dom que nasce com alguns, ou então, uma qualidade de poucos, mas na verdade é uma habilidade humana e portanto, que todas as pessoas tem. A criatividade é considerada uma capacidade humana de grande valor universal aprendida ao longo da vida, dependendo dos estímulos que cada pessoa recebe ao longo das diferentes fases da vida. Qualquer pessoa pode ser criativa, independente da idade, dos títulos, dos estudos, da área de formação, ou de onde nasceu, de onde vive ou onde trabalha.
 
Se o ambiente proporciona condições, uma criança desde os primeiros anos de vida já demonstra ações criativas. Se o ambiente continua favorável ao longo da vida, ou mesmo, se só surge depois de alguns anos, podemos identificar ações criativas até o fim da vida de muitas pessoas, através da inventividade, inteligência e talento adquiridos para criar, inventar, inovar, seja no campo profissional, artístico, científico, esportivo. Assim, a criatividade pode ser entendida como uma força de caráter que permite transformar tarefas rotineiras em atividades prazerosas, dinâmicas e produtivas. 
 
A criatividade é a capacidade que proporciona criação, produção e invenção de coisas novas, bem como a capacidade de transformar situações e inovar no modo de agir. Pessoas consideradas criativas geralmente são curiosas por natureza e sempre buscam olhar as diferentes situações do mundo e da vida de forma diferente buscando oportunidades para si e para os outros.
 
A criatividade é um componente, um insumo, uma peça chave em produtos, bens ou serviços, que não “gastam” a natureza, pelo contrário, quanto mais usada, mais a criatividade estimula inovações e inventividade ao seu redor. Com isso, a chamada economia criativa tem potencial para se tornar sustentável, um dos maiores desejos sobre as áreas econômicas, porém não é sustentável enquanto algumas pessoas estiverem muito bem e outras muito mal. Além de aplaudir as iniciativas que tem surgido, precisamos utilizá-las como exemplos de excelentes produtos e especialmente serviços, que focam em ter acesso simples, fácil e barato, ao invés de ter posse ou propriedade, de equipamentos, móveis, veículos e imóveis. Este traço da economia criativa é um dos principais para proporcionar uso e benefícios a muito mais gente, tornando a vida melhor e resolvendo problemas de forma inovadora, criativa e mais conveniente.  
 
Economia Criativa é o conjunto de iniciativas que se baseiam no capital intelectual e cultural, na inovação e na criatividade gerando valor econômico. A indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos e produz novas receitas, ao mesmo tempo em que pode promover diversidade cultural, inclusão e o desenvolvimento humano. Economia Criativa é um setor econômico, não é apenas ter criatividade, mas a capacidade de transformar ideias inovadoras em iniciativas, ações, produtos e serviços.
 
Se de um lado têm-se consumidores cada vez mais conectados com as novas tecnologias, atentos as questões sociais, políticas e econômicas e cada vez mais exigentes quanto a qualidade, preço, prazos, de outro lado existem empresas surgindo e outras querendo mudar para atender os novos estilos de vida e de consumo. É neste ambiente que se ampliam as oportunidades para os negócios da Economia Criativa, intimamente ligada ao comportamento do consumidor, e também por isso está atrelada a busca por facilidades e acesso simples a novas experiências, pressupondo ainda colaboração de várias partes aumentando a participação na construção e na inovação dos negócios, num espírito colaborativo.
 
Quer saber mais sobre “Economia Criativa”? Leia a Revista Master (CRA-RS) deste mês e também agende-se: CIDEADs - Ciclos de Debates de Administração, promovidos pelo CRA-RS e Instituições de Ensino Superior neste ano vão debater o tema em Santo Ângelo (14/5), em Santa Rosa (15/5), São Luiz Gonzaga (16/5), Frederico Westphalen (4/6), Tupaciretã (5/6). Além disso, o tema estará em pauta em 30 palestras, cases, oficinas e desafios no SIEF – Seminário de Inovação e Empreendedorismo, promovido por um conjunto de entidades, no campus da FAHOR, em Horizontina, nos dias 5, 6 e 7 de junho.
 
Oportunidades para estimular inovação, criatividade e empreendedorismo não faltam! Aproveite e ingresse de vez na economia criativa!
 
 
Obs.: A Coluna Gestão, Negócios e Cia de Marcelo Blume é publicada semanalmente no Jornal Fronteira Missões, neste sábado, excepcionalmente não foi publicada devido a necessidade de remanejamento das páginas, considerando as homenagens do Dia das Mães e devido a isso, estamos publicando no site do Grupo Fronteira Missões.
 
 

Por Marcelo Blume

Fonte: Coluna Gestão, Negócios e Cia