Acampamento da Cidadania dá largada para 8° Grito De Alerta no dia 17 em Santo Ângelo

Evento teve início nesta com intensa programação de debates sobre temas do evento que terá ponto alto na quinta-feira

15 de maio de 2018 às 16:23
Acampamento da Cidadania dá largada para 8° Grito De Alerta no dia 17 em Santo Ângelo
SDebates sobre os eixos temáticos do 8º Grito de Alerta deram início ao evento nesta terça-feira (Foto: Robeson Oss Emer)

 Teve início nesta terça-feira (15) e se estende amanhã a programação do 8° Grito de Alerta Missões Fronteira Noroeste com o Acampamento da Cidadania, a estrutura já está montada no trevo de entroncamento da BR-285 com a ERS-344, no acesso a Entre Ijuís.

 
A chuva não atrapalha a programação, que iniciou com debates públicos, a partir de painéis temáticos, sobre os eixos e assuntos estabelecidos na pauta de reivindicações do Grito de Alerta, marcado para o dia 17, em Santo Ângelo, com o tema Brasil – que País é esse?
 
A Chuva não atrapalha a programação que iniciou com debates a partir de painéis temáticos 
 
Cerca de 5 mil pessoas devem participar das manifestações ao longo da terça, quarta e quinta-feira. O Grito de Alerta é considerado o pontapé inicial das ações do Grito da Terra Brasil no Rio Grande do Sul.
 
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Antônio das Missões e Garruchos, Agnaldo Barcelos, também coordenador da Macro Regional Sindical Fronteira, Missões e Noroeste da Regional Missões II, explicou que dentro deste tema, as lideranças estão fazendo um amplo debate da situação que o País enfrenta, sem esquecer, é claro, as pautas do dia a dia da agricultura familiar.
 
- “Estamos discutindo por que pagamos tantos impostos e os serviços são de baixa qualidade? por que pagamos sob o consumo e não sob a renda?  a corrupção e seus impactos para o Brasil, o foro privilegiado, em que menos de 1% das denúncias contra autoridades chegam a ser concluídas,  o auxílio-moradia de autoridades e o custo à Nação em comparação ao salário-mínimo que teve um reajuste de apenas 1,81%, a PEC dos gastos públicos,  as emendas parlamentares, cujo formato não concordamos e, ainda, o Pacto Federativo Brasileiro e a concentração dos recursos no governo federal. Enfim, vamos tratar de vários temas que atingem todos de uma forma geral”, diz Agnaldo.
 
 

Fonte: STR Santo Antônio das Missões